A PRIMEIRA BABILÔNIA
A TERRA DE SHINAR!!!
A rainha de Babilônia, Sâmiramis, engravidou e disse ao mundo ser virgem. Deu a luz a um filho ilegítimo e o chamou de Tamuz. Afirmou que Tamuz era a reencarnação de Ninrode.
Consultou seus astrólogos e lhe disseram que 25 de dezembro era o solstício de inverno, dia em que o sol está em seu ponto mais distante da terra. Sâmiramis ordenou ao mundo que comemorassem o aniversário de seu filho Tamuz é claro era o deus do Sol (Baal Thamuz) representante de Satanás no dia 25 de dezembro.
Declaram que o dia 21 de dezembro o sol, ou Baal Thamuz, morre. Então no dia 24 de dezembro, começa a ressuscitar, e no dia 25 de dezembro é o seu aniversário.
SÂMIRAMIS ordenou aos seus sacerdotes que atuassem... Eram professores da mentira, da magia e da ilusão. Por toda a parte começaram a aparecer estátuas ou ídolos de Sâmiramis carregando o pequeno deus solar.
Dizia ser o espírito de Deus, encarnado em uma mãe humana. Era a mãe virgem e dizia que ele era seu salvador. Seu símbolo era a lua.
As histórias de Ninrode, Sâmiramis e Tamuz circularam por todo o mundo. Suas fábulas se fizeram popular na mitologia. Conceberam-se deuses e deusas, todos baseados nesta trindade babilônica. Chegaram a ser conhecidos como a família santa ou sagrada família. Para enganar ao mundo com milagres mentirosos, Satanás valeu-se de demônios para produzir uma imagem de Sâmiramis que aparecia em diversos lugares e formas. Esses fenômenos se chamavam “milagres”. Tais visões ou aparições ocorreram nas religiões pagãs sob vários nomes: Vênus, Diana, Ísis, Madona, Guadalupe, Aparecida, Fátima, etc.
Este sistema de idolatria se espalhou de Babilônia para todas as nações, pois foi deste lugar de onde se dispersaram os homens sobre toda a face da terra. Com suas línguas divididas, formaram as nações e levaram consigo seus deuses (Ninrode, Sâmiramis e Thamuz), porém com diferentes nomes e seus respectivos e misteriosos símbolos idolatras.